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Um ano de CridoSantos.com.br

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Há um ano nascia a CridoSantos.com.br. Foram 365 dias de muita parceria, conquistas e arte. Agradeço aos clientes amigos, parceiros amigos, fornecedores amigos e demais pessoas por essa data, construída por quem pensa em trabalho como expressão de amor, talento e colaboração. Mãos dadas companheiros!

Faith Design

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Alguns torcem o nariz, mas é possível aplicar uma linguagem visual atraente para eventos e atividades relacionadas à religião. Um caso interessante é o do Ministério de Artes Cristo Libertador, fundado por jovens de Pirituba em 1997 e criador de diversos espetáculos católicos de grande projeção em São Paulo. É imprescindível que o designer tenha bom conhecimento dos dogmas centrais da religião ao qual está atuando, além de um bom senso estético, a fim de não tornar a peça gráfica comercial demais, ou, ao contrário, torná-la sem objetivos. A maior observação é quanto ao objetivo da comunicação: levar a mensagem daquela religião de forma eficaz, comunicando um evento. E nesse sentido, muitos profissionais, atuando muitas vezes como voluntários, erram a mão, colocando muito do seu repertório publicitário, promocional e outros, depreciando a peça. Esses exemplos criei para dois dos maiores eventos desse grupo artístico: Espetáculo "A Paixão de Cristo", que reuniu cer...

Design Editorial - Revistas Louge

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As revistas Lounge*Gourmet e Lounge*Travel foram as primeiras a adotar um visual mais leve, priorizando o uso de imagens, textos com entrelinhas maiores, títulos mais dinâmicos e um toque artístico que se alinhava ao perfil do público leitor. Em seguida, a revista Lounge*Racing passou pelo mesmo processo, adotando textos leves e espaçados, títulos impactantes, elementos de texto como morcegos, retrancas, olhos e linhas finas com destaque e predomínio de imagens. Toda direção de arte foi orientada pela agência Suzuki Propaganda (www.suzukipropadanda.com.br), que disponibilizou seu conhecimento e equipe de criativos para acompanhar esse processo de renovação visual dos títulos. Para 2013, a revista Louge*, título chave da editora, promete um layout revolucionário, alinhado a arquétipos visuais das novas mídias e muito dinamismo entre as páginas. Veja as imagens dos títulos Gourmet, Travel e Racing. Em agosto, pude participar, como freelancer, do proce...

Campanha Presidentes - Valor Econômico

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Anúncio inaugural de cinco páginas no Meio&Mensagem Em agosto passou a circular no Jornal Valor Econômico, uma campanha de grande porte intitulada Campanha Presidentes ou apenas Valor 12 anos. Clique nas imagens e veja as artes. Consistia na participação de um presidente a cada inserção, além de uma frase opinativa sobre o momento econômico brasileiro e um dado relevante do grupo comandado por ele. A foto, tirada em algum ambiente que remetesse ao business do executivo, montava o layout necessário para a construção da mensagem geral da peça. O mais impressionante é que a campanha não foi produzida por uma agência de comunicação, mas sim pela equipe de marketing do próprio Valor Econômico. Desde o planejamento, a cargo dos diretores Marciliano Jr. e Ricardo Packness, a produção das fotos, feitas por Julio Bitencourt, arte, produzida por mim, os controles de mídia, feitos por Ana Brasil e Carol Vega e até a entrega de exemplares e quadros personalizados aos preside...

Regionalismo, denúncia e impacto em obra goiana.

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The Banquet - Exercícios de Poder - Ana Maria Pacheco Ana Maria Pacheco, retrata em "Exercícios de Poder", assim como em toda a sua obra, os arquétipos do povo sertanejo do Brasil, mais precisamente de sua terra natal, Goiânia, de uma forma universal, contemplando influências africanas, asiáticas, proto-europeias e ameríndias. Mas nesta obra em particular, Ana Maria Pacheco destaca o poder como interventor emocional no espectador a partir de um grupo de três figuras que em conjunto sugerem um ambiente de opressão, indiferença e maldição. A figura, composta por três pessoas em escala maior que o real e esculpidas em madeira policromada e sobre uma base de arenito. Duas destas figuras se posicionam de pe em relação à terceira. Uma delas veste terno, a segunda veste uma roupa inteiramente preta e a terceira, além de estar deitada e nua, possui dimensões diferenciadas em seus membros e tronco, além de ser assexuada. A idéia principal nesta composição é de passar um clim...

Novos suportes, novas reflexões e velhos parâmetros.

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Como os novos suportes são encarados por uma sociedade que ainda amadurece seus conceitos? Novas formas de expressão surgem quando há um aparente esgotamento dos suportes disponíveis para criação. Somando-se ao fato de novas tecnologias permitir um estilo de vida contemporâneo bem diferente ao experimentado até a poucas décadas e que gera um impacto socioambiental de ordens dantescas, os suportes artísticos passam a ser cada vez mais inusitados. Uma tela de computador, de celular, de um aparelho qualquer, um muro, um braço, perna, uma porta de um prédio público, tudo passa a ser usado como espaço para expressão, gerando uma reflexão que precede a própria proposta do autor. Até que ponto algo pode ser considerado arte e qual o parâmetro para julgar a arte como tal? Quando colocamos o corpo e a cidade como suporte para a arte, criamos uma forma de tornar a arte mais acessível às pessoas. A diferença é que a arte convencional é exposta em museus e galerias e esta modalidade é exibida na...

Made in China ou Made (baseado em) China?

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O original hoje se confunde com o que é uma releitura, gerando a crise da noção de plágio. Não temos os mesmos valores em se tratando de originalidade de criação, do que a algum tempo atrás. E já que não temos mais regras para a criação, poderemos reproduzir uma obra de um autor consagrado, dando-lhe um novo olhar. Exemplo como os filmes "Kill Bill" ou "Moulin Rouge", que fazem menção quase que explícita ao circo chinês ou à peças de arte moderna ou musicais contemporâneos. Não se julga mais uma obra pelo que se cria, mas como se cria. Obviamente, se torna muito mais fácil criar algo novo sem regras formais e com o vasto conteúdo hoje disponível a servir de inspiração do que se fazer criativo dentro de um conceito definido de aprovação, como havia no período clássico. Antes, não poderíamos copiar a Monalisa e colocar um bigode, por exemplo, dando-lhe um aspecto irônico como se fez no Dada. Hoje, podemos "copiar” uma obra, alterando-a para criar uma impressão...